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EXPOSIÇÕES

Galeria do Braço de Prata, O Mistério das Caixas Sonhadoras, Reciclagem dos Sentidos.

23 de Junho de 2005

Rui Paiva numa Exposição - Instalação onde se Reciclam os Sentidos (Mais Profundos)

“O Mistério das Caixas Sonhadoras, Reciclagem dos Sentidos” , uma exposição – instalação mostra como que um outro lado de uma mesma lua, uma outra faceta de um mesmo autor, versátil nas formas do seu trabalho artístico.

Trata-se da terceira parte de uma trilogia iniciada em Março corrente na “Fenêtres du Monde”, na Nova Livraria Francesa sita no Instituto Franco Português. Nessa mostra ressaltavam três módulos principais: um conjunto de aguarelas sobre papel, história de uma família de abóboras; um segundo composto por 12 telas onde a textura orientalizante descansava no papel de arroz colado em tela; o terceiro de cariz digital, mostrava um Carnet de Voyage , um conjunto de 16 imagens de forte tonalidade espiritual expressando Ícones desta tumultuosa Era em que nos acantonamos.

Em Abril, seguiu-se a exposição de desenho , “Os Diários dos sonhos diurnos na transição dos séculos”, de 2105 , comissariada pelo Crítico de Arte João Pinharanda, no Salão de Arte Moderna da Sociedade Nacional de Belas Artes, (SNBA). Ocorre precisamente duas décadas depois de Rui Paiva ter sido aluno de cursos de Artes Plásticas na SNBA, Instituição onde preside desde há dois anos ao seu Conselho Fiscal.

Esta terceira exposição acontece como uma instalação de mais de meia centena de caixas transmutadas em objectos – de – arte , micro - universos que se abrem ao observador como verdadeiros labirintos estéticos. (…)

Teatro do real correndo como o cinema do impossível, tantos são os apeadeiros desta viagem onde as fronteiras há muito deixaram de marcar a diferença de planos sazonais, geográficos, matéricos, plásticos ou meramente inexistentes.

As matérias são maioritariamente recuperadas enquanto desperdícios desta sociedade globalizada, onde tanto se deixa perder o seu sentido de uso e de destino, materialização utilitária desfeita e recriada na imaginação da vontade. Matérias esquecidas a uma velocidade meteórica, mas que revivem nestes jardins fortificados, condomínios de criatividade orientada para um alvo que se metamorfoseia perante quem olha.

Vidrinhos ou réstias de espelhos são travestidos em jóias, enquanto pequenos objectos de madeira, minúsculos pauzinhos ou calhaus, ganham relevo numa “Família Feliz no Bosque”, ou, noutra versão, os pesos de pesca que ouvem MP3 numa praia encantada…

O Ambiente grita por uma atenção firme, talvez tantas vezes somente sonhada e vivida na linha de um horizonte nublado. Uma atenção que se não “condomina” numa caixa. Onde a janela do Mundo se abre sempre para o mesmo lado…

VÂN BACH

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VÂN BACH - nome que me foi atribuído pelos pintores vietnamitas quando realizei a minha exposição em 1994, em Ho CHI Minh City no Vietname. Significa “Nuvem Branca”.

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